Alstromérias

8 de junho de 2010

Fim de mais um sábado de casamentos na Catedral Anglicana, reverendo Aldo já à paisana, coral guardando seus instrumentos e decoradores desmontando arranjos.

Cris: Vâmo lá falar "oi" pro Aldo?

Marcio: Heim?! Hoje não precisa, nee... a gente vai outro dia...

Cris: Amorzinho! Só falar "oi"... prá ele lembrar da gente no dia do casamento!

Marcio: Você não quer ir sozinha? Eu vou lá fazer xixi...

Cris: Dá um nozinho aí que é rapidinho!

E lá vai a Cris correndo atrás do Aldo...

Cris: Oi! A gente veio falar "oi" de novo!

Aldo: Oi! Que bom que vieram!

O Aldo realmente é uma pessoa "iluminada"... mesmo depois de vários casamentos e batizados, quase nove da noite de um sábado frio, ficou conversando coma gente com a maior simpatia e atenção. Ele estava "colhendo" umas flores da decoração que estava sendo desmontada para fazer um buquê para a a mãe dele... fofo, não? (espero que ele nunca leia isso!) Como a decoração do dia era em branco, os arranjos eram feitos de várias flores brancas de diversos tipos. Ele pegou uma e disse:

Aldo: Esta é bem bonitinha, não? Você Sabe como chama?

Cris: Eu sei sim! Chama alstroméria! (com sorriso de quem respondeu certo à chamada oral)

Aldo: Ah é? Puxa, você entende de flores, heim?

Marcio: É que essa é a primeira flor que eu dei prá ela!

Aldo: É mesmo?! Que legal! Então pega aí as alstromérias e faz um buquê prá ela! Eu te ajudo ó...


Bonitinho os dois, não acham? Não sei se o nome correto dessa florzinha é alstroméria, alstroemeria ou astromélia, mas o importante é que é uma florzinha que o Marcio sempre me dá, apesar de dar muitas flores sempre. Gérberas, tulipas, alstromérias... todas são muito lindas, mas o bouquet de alstromérias brancas desse sábado estava especialmente encantador.

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